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Santafé

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Sintaxe, conclusões, navegação local e diagnósticos para Santafé.
Installation
Launch VS Code Quick Open (Ctrl+P), paste the following command, and press enter.
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Santafé para Visual Studio Code

Extensão Santafé 1.1.1 para arquivos (.fé e .fe). Ela oferece:

  • reconhecimento de arquivos, comentários, pares e indentação;
  • realce de sintaxe, trechos e ícone próprio;
  • conclusões para a linguagem, bibliotecas, funções globais, API pública e símbolos declarados no arquivo atual;
  • ajuda ao passar o mouse, estrutura de funções no explorador e navegação para funções declaradas no arquivo atual;
  • diagnósticos e provedores semânticos através do SLS 1.0.0: referências, renomeação, ajuda de parâmetros, símbolos, recuo e navegação entre módulos.

Os recursos são negociados com o servidor, com fallback local quando ausentes. O SLS não executa o fonte nem suas dependências; a inicialização automática usa -E -P. Atualize núcleo 2.1.0 e SLS juntos. Não requer um servidor SLS diferente do usado pelo Sublime. As notas 1.0.x abaixo descrevem recursos preservados.

Salve o arquivo com a extensão .fé ou .fe — ou escolha Santafé no seletor de linguagem do canto inferior direito — para ativar esses recursos.

Instalação

Revisão documental — 1.1.1

Corrige a descrição final do SLS para refletir os recursos publicados na versão 1.0.0 com o núcleo 2.1.0. Não altera código, realce, configurações, ícone nem integração com o servidor em relação à extensão 1.1.0.

Marca oficial — 1.0.7

O ícone passa a usar o cordeiro oficial do portal Santafé. Esta revisão corrige somente a identidade visual; realce, conclusões, paletas e integração SLS permanecem iguais aos da versão 1.0.6.

Cores e cobertura da API — 1.0.6

O realce usa o mesmo catálogo C/Fé das conclusões (610 entradas nesta versão). Chamadas com nomes definidos pelo usuário, inclusive aliases de bibliotecas, também são realçadas como chamadas. Isso é classificação sintática, não resolução de tipos/importações nem garantia de que uma função exista em execução.

Na paleta de comandos, escolha Santafé: Paleta de HTML e JavaScript embutidos: tema mantém as cores do editor (padrão); suave aplica uma paleta menos saturada somente ao conteúdo HTML/JS dos colares. Também há a configuração santafe.highlight.embeddedPalette. Arquivos .html/.js não são alterados. As paletas têm variantes para fundo claro/escuro.

Os marcadores ®var/Ⓡvar, as chaves externas de ®{…}/Ⓡ{…} e nomes de métodos após : são laranja, sem itálico. Dentro das chaves, continua o realce Santafé: colares internos são colares, números são números. No perfil Monokai, função é ciano e itálico. Não são gravadas preferências sem uma escolha na paleta; as decorações visuais são removidas ao desativar a extensão.

Para regenerar as regras a partir do fonte, execute na raiz do repositório: python3 extensões/gerar_embutidos.py, python3 extensões/gerar_realce_api.py e python3 extensões/gerar_paletas.py, nesta ordem.

O SLS é um processo local. Instale o núcleo Santafé na mesma máquina onde o VS Code está rodando, de forma que santafé-sls esteja no PATH. Em uma sessão Remote SSH, esse comando deve estar instalado no host remoto da extensão.

Ao abrir o próprio repositório Santafé, a extensão encontra automaticamente src/santafé e ferramentas/sls/sls.fé. Basta compilar o núcleo:

make cbin

Para trabalhar em qualquer outro projeto, instale o inicializador global:

sudo make install

Gere o pacote sem depender de Node.js:

python3 empacotar.py
code --install-extension dist/santafe-1.1.1.vsix

Também é possível escolher Instalar do VSIX... na visualização Extensions do VS Code e selecionar o arquivo gerado.

Configuração

Por padrão a extensão executa:

santafé-sls

Para apontar a outra instalação, defina santafe.languageServer.command nas configurações do VS Code. santafe.languageServer.args acrescenta argumentos ao comando. Use santafe.languageServer.trace para inspecionar os quadros LSP em Saída → Santafé SLS.

Gabaritos, HTML e JavaScript

O realce distingue ®nome, Ⓡnome e ®{expressão} nos gabaritos entre acentos graves. Chaves aninhadas são balanceadas; \® permanece literal. O curinga integra o realce de ®nome; ®{ e } recebem o estilo de operador, enquanto o conteúdo da expressão mantém seu próprio realce. Colares com aspas ou colchetes não passam a interpolar por serem realçados. Desde a versão 1.1.0, a forma curta também reconhece ®variável, Ⓡíndice e acentos combinados (NFD), sem cortar o nome no acento. O nome começa com letra Unicode ou _; em seguida aceita letras, marcas combinantes, números e _. O curinga inteiro mantém a cor laranja e o estilo normal, inclusive em HTML/JS. Não há normalização: declaração e referência precisam usar a mesma sequência Unicode. Essa forma requer o núcleo Santafé 2.1.0 ou posterior; em núcleos anteriores, use ®{índice}/Ⓡ{índice} como alternativa.

HTML é reconhecido por uma tag, comentário HTML ou <!DOCTYPE/<!doctype> na linha de abertura, inclusive depois de texto como [[ | Site</title>]]. A procura não ultrapassa o delimitador do colar. JavaScript é reconhecido pelo comentário inicial /* javascript */ (ou /* js */). Para começar na linha seguinte, coloque a anotação --[[html]] ou --[[javascript]] antes do delimitador, na mesma linha:

local página = --[[html]] [[
<h1>Olá!</h1>
<script>const total = 3;</script>
]]
local programa = --[[javascript]] [[
const saudação = "Olá!";
console.log(saudação);
]]
local modelo = `<h1 class="®nome">®{tamanho(nome)}</h1>`

São comentários válidos do Santafé, não uma nova sintaxe do núcleo. Use colares longos para não precisar escapar aspas. O recurso fornece realce, não diagnósticos ou autocompletar semântico de HTML/JS. O SLS continua verificando o programa Santafé, sem executar o conteúdo dos colares.

Concatenações e realce embutido

A versão 1.0.5 delimita os colares Santafé antes de realçar HTML/JS. Assim, atributos e comentários podem continuar após .. expressão .., sem capturar o código intermediário nem o código depois do colar:

local html = [[<b class="prefixo-]] .. nome .. [[-final">Olá</b>]]
local js = --[[javascript]] [[/* início ]] .. nome .. [[ final */ const n=1;]]

O contexto é preservado dentro da mesma expressão concatenada, não entre atribuições ou funções distintas. Expressões dinâmicas são espaços reservados: o editor não executa o programa nem adivinha tags/aspas que elas produziriam. As gramáticas HTML/JS/CSS são as nativas do editor; o runtime acompanha o VSIX. Não é necessário instalar Node, bibliotecas ou outro servidor de linguagem.

As cores são aplicadas pela API pública de tokens semânticos do VS Code, mas o recurso é léxico, independente do SLS. A configuração de linguagem habilita editor.semanticHighlighting.enabled; se o usuário desabilitá-la, o texto conserva o realce básico Santafé, com delimitadores corretos. O mesmo fallback vale para documentos acima de 1.000.000 unidades UTF-16, expressões com profundidade acima de 128, linhas virtuais acima de 20.000 unidades ou tokenização que exceda o orçamento de tempo. Limites do realce não restringem o compilador. Espaços de trabalho não confiáveis conservam somente o TextMate, pois esta extensão exige confiança para ativar suas funcionalidades.

SLS

O SLS 1.0.0, publicado com o núcleo Santafé 2.1.0, oferece diagnósticos com intervalos precisos, sincronização incremental, conclusões, ajuda de parâmetros, definições e referências, renomeação com verificação de escopo e formatação conservadora do recuo. Analisa importações estáticas sem executar o programa nem suas dependências. Não oferece inferência completa de tipos nem depuração de execução; análise sintática e indexação ainda percorrem o documento completo.

Quando o servidor está disponível, a extensão negocia esses recursos pelo LSP. Sem ele, mantém os provedores locais de conclusão, ajuda e navegação. O realce de HTML/JS e dos gabaritos continua independente do servidor.

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