ARGUS
Inteligência multiagente independente, feita no Brasil para VS Code, Cursor e IDEs compatíveis.
O Argus não precisa de Kilo Code, Codex CLI nem de outras extensões para funcionar. Login OpenAI, tools, browser, skills, MCP, Master, modelos e pet são nativos. Se o Kilo, o Codex ou o Cursor já estiverem instalados, o Argus pode importar config ou reaproveitar sessão — sempre como extra, nunca como requisito.
O Argus transforma uma solicitação em uma missão: o Orquestrador investiga o workspace, delega partes independentes a especialistas, acompanha tools e terminal em tempo real e consolida a resposta final.
O que há na versão 1.8
- Hub Personalizar: Configurações → Personalizar — busca e chips para Plugins, Rules, Commands, Skills, MCP, Subagentes e Hooks (UX inspirada no Customize do Cursor; implementação 100% Argus).
- Rules / Commands / Plugins nativos: pastas
~/.config/argus/{rules,commands} e .argus/{rules,commands}; plugins via argus.plugin.json (local, GitHub ou presets Argus). Import Cursor/Kilo continua opcional.
- Git & PRs e Argus Tab nas Configurações: review pós-commit opcional, atribuição
Made with Argus, tools git_status / git_diff / create_pr; Tab = inline completion da IDE com o LLM do Argus (não é o Cursor Tab).
- Modo Master nativo: além de Agent, Ask e Plan, o Master planeja, despacha especialistas (
architect, implementer/coder, reviewer, researcher) e consolida. Não faz o trabalho especializado sozinho se houver subagente ativo. Nunca despacha outro Master. O teto maxConcurrentRequests de cada provedor vira fila/semáforo; 429/TPM/RPM geram backoff.
- Tela de provedores: ligados com Editar / Desconectar / Excluir; populares com + Conectar. Modelos novos da API entram sozinhos na lista. Importar Kilo é opcional.
- Notificações ao concluir, errar ou precisar de ação: som, VS Code/Cursor e SO (quando a IDE não está em foco).
- Microfone no composer e botão para aprimorar o prompt com o modelo ativo, sem enviar a missão.
- Browser Tab na IDE: no Cursor, reaproveita a Browser Tab nativa se existir. No VS Code (e se o Cursor não estiver), usa Chromium/CDP nativo do Argus. DevTools fica oculto até Inspect.
- O agente controla a página de verdade:
browser_navigate, browser_snapshot (refs e1, e2…), browser_click, browser_type, browser_hover, browser_select, browser_press, browser_scroll, browser_wait, browser_screenshot, browser_console, browser_network, browser_reload. fetch_url continua sendo HTTP sem JavaScript.
- Interface responsiva, acessível e compatível com temas claros/escuros do editor.
- Central de configurações com escopo global/workspace e dez áreas especializadas.
- Hub de integrações MCP com servidores locais (
stdio) e remotos (Streamable HTTP), descoberta dinâmica de tools e status de conexão.
- Importação opcional das configurações MCP do Codex, Cursor, Kilo Code, VS Code ou de um arquivo portátil do Argus. O runtime MCP é nativo e não exige essas ferramentas.
- Exportação sem valores secretos; tokens, variáveis e headers sensíveis ficam no
SecretStorage.
- Loja MCP interna alimentada pelo Official MCP Registry e busca complementar no npm, inclusive para termos como DuckDuckGo, sempre com revisão antes de instalar; o MCP Market continua disponível como catálogo externo.
- Catálogo verificado com Playwright, Puppeteer, Chrome DevTools, Filesystem, Context7, Sequential Thinking, Memory, Android/ADB, Figma, Blender, OpenOSINT, OpenCTI, Vanguard e GitHub.
- Regras compatíveis com
AGENTS.md, .argus/rules, Cursor Rules e instruções do GitHub Copilot.
- Descoberta de
SKILL.md nativa em .argus/skills, ~/.config/argus/skills e skills empacotadas. Codex/Kilo só entram se existirem e a opção de fontes externas estiver ligada.
- Checkpoints privados antes de cada escrita, com restauração por arquivo ou reversão agrupada de uma missão inteira mesmo quando o projeto não usa Git.
- Hooks de missão e tools, com gates opcionais e execução limitada a workspaces confiáveis.
- Tools nativas para URL, Browser Tab (CDP), símbolos do workspace e diagnósticos dos language servers.
- Identidade própria em verde, amarelo e azul, animações com suporte a
prefers-reduced-motion.
- Timeline ao vivo para tools, saída incremental do terminal, duração e resultado.
- Subagentes configuráveis por workspace: prompt, papel, tools, modelo, provedor, temperatura, tokens, steps, cor e permissão para delegar.
- Prioridade, afinidades de roteamento, modelo de fallback e aprovação sensível por subagente.
- Delegação paralela ou sequencial, profundidade e quantidade de jobs configuráveis.
- Estratégias Smart, Eager/Multitask e Direct: Smart despacha automaticamente workers em missões complexas, Eager força a delegação e Direct executa apenas no agente principal.
- Catálogo nativo de OpenAI, OpenRouter, Anthropic, Google, DeepSeek, Groq, Mistral, xAI, Together, Fireworks, Cerebras, NVIDIA, Perplexity, Ollama, LM Studio e vLLM; provedores personalizados aceitam URL, modelo, key e headers.
- Login OpenAI/ChatGPT nativo (PKCE no navegador ou código de dispositivo). A sessão fica no SecretStorage do Argus. Se
~/.codex/auth.json já existir, pode ser reaproveitada; o Argus não cria dependência da pasta nem exige codex no PATH.
- Descoberta dos modelos disponíveis diretamente pela API do provedor, com filtro, seleção em massa, timeout e limite de resposta.
- Detecção de contexto, output, tools, visão, JSON e níveis de reasoning via provedor e catálogo models.dev; modelos sem metadata ainda permitem tentativa explícita de effort.
- Importação opcional de provedores e catálogos de modelos do
kilo.jsonc; chaves diretas são copiadas somente para o SecretStorage. Sem o arquivo, o catálogo nativo e a API do provedor bastam.
- Chaves protegidas pelo
SecretStorage da IDE.
- Modos e subagentes editáveis como código em
.argus/argus.jsonc ou ~/.config/argus/argus.jsonc, com schema, autocomplete e um Master/orquestrador configurável.
- Terminal multiplataforma com diretório limitado ao workspace, timeout, cancelamento e confirmação.
- Integração nativa: editor, Explorer, terminal, diagnósticos e Output enviam contexto como chip ao composer. Seleção vira
README.md (13-14); terminal vira Terminal: powershell. Atalho Ctrl+Alt+L / ⌘⌥L (Ctrl+L permanece do Cursor).
- Pet oficial do chat do VS Code portado para o ARGUS:
/vscode-pet, olhos móveis, piscadas, sprites Stable/Insiders, física, arraste, arremesso, teclado, menu contextual, tamanhos, “Go on the Run”, conquistas e chapéus persistentes.
/vscode-pet-achievements abre a galeria e permite selecionar qualquer recompensa já desbloqueada.
- Novos Agents e conversas podem ser abertos em abas nativas independentes, com Chat History pesquisável.
@ no composer abre o menu (Arquivos e pastas, Terminais, Chats anteriores, Branch/Diff, Browser). Enter anexa como chip, não só texto @path.
- Renderização adaptativa do pet: atualização fluida em movimento e consumo reduzido quando parado, oculto ou em modo de movimento reduzido.
- Sete temas internos, escala de interface, densidade, animações e respeito a
prefers-reduced-motion.
Arquitetura
src/
orchestrator/ loop de decisão, modos e eventos em tempo real
providers/ adapters OpenAI-compatible e Anthropic
mcp/ registro, importação, segredos e runtime de integrações
context/ regras, instruções e seleção inteligente de skills
rules/ CRUD de User/Project rules
commands/ slash commands reutilizáveis (/nome)
plugins/ manifest argus.plugin.json e instalação
git/ review pós-commit opcional
tab/ Argus Tab (InlineCompletionItemProvider)
checkpoints/ snapshots privados e restauração de arquivos
hooks/ automações before/after com workspace trust
subagents/ catálogo, defaults e configuração por workspace
tools/ arquivos, busca, terminal, git e Browser Tab (aba da IDE)
browser/ BrowserView do Cursor, aba editor do Argus, CDP de fallback
sessions/ persistência compactada das conversas
webview/ bridge segura entre VS Code e a interface
media/ UI, animações e identidade visual
O arquivo .argus/subagents.json pode versionar o esquadrão do projeto. Configurações com o mesmo id sobrescrevem os defaults. A chave da API nunca é gravada nesse arquivo.
O arquivo .argus/mcp.json pode versionar servidores MCP do projeto. Cada subagente escolhe integrações específicas ou * para todas. Servidores importados ficam desabilitados para execução até o usuário revisar a origem e marcar Confiável.
Adicionar contexto ao chat
O Argus replica o fluxo “Add to Chat” do Cursor sem roubar Ctrl+L / ⌘L.
| Onde |
Ação |
| Seleção no editor |
CodeLens Adicionar ao Argus, correção rápida, botão direito ou Ctrl+Alt+L / ⌘⌥L. O composer ganha o chip README.md (13-14). |
| Arquivo aberto |
Botão direito → Adicionar arquivo/pasta ao Argus |
| Símbolo no cursor |
Botão direito → Adicionar símbolo ao Argus |
| Explorer / SCM |
Adicionar arquivo/pasta ao Argus (conversa atual) ou Adicionar a uma nova conversa Argus |
| Terminal |
Botão direito no painel ou no título: Adicionar terminal ao Argus. Com texto selecionado, anexa só o trecho. Chip Terminal: powershell. |
| Diagnósticos |
Painel Problems ou editor → Adicionar diagnósticos ao Argus |
| Output |
Título do painel Output ou documento output: → Adicionar Output ao Argus |
O atalho Ctrl+L / ⌘L permanece do Cursor; o Argus usa Ctrl+Alt+L / ⌘⌥L. A seleção de arquivo entra no catálogo com path, faixa de linhas e trecho (±3 linhas de contexto). Terminal, diagnósticos e Output entram como chips com o texto capturado (não o workspace inteiro). O @ no composer continua listando Arquivos, Terminais, Chats, Diff e Browser.
Permissões
| Perfil |
Escrita e terminal |
| Confirmar |
Exibe um modal antes de cada write_file e run_terminal |
| Full access |
Executa as tools habilitadas sem modal |
O Argus não altera nem filtra o texto do usuário. As políticas, disponibilidade e limites de cada modelo continuam sendo definidos pelo provedor escolhido.
Desenvolvimento
Requer Node.js 20+ e VS Code 1.85+.
npm install
npm run check
npm run build
Pressione F5 no VS Code para abrir um Extension Development Host.
Para empacotar:
npx @vscode/vsce package --allow-missing-repository
Configurações principais
argus.activeProviderId e argus.activeModel
argus.maxTokens
argus.maxContextMessages
argus.maxParallelSubagents
argus.maxSubagentDepth
argus.routingStrategy
argus.customModes
argus.conversationDensity e argus.animations
argus.theme e argus.uiScale
argus.mcpServers
argus.context.*
argus.checkpoints.*
argus.hooks.*
argus.pet.*
argus.notifications.sound, argus.notifications.os, argus.notifications.ide
argus.providers (inclui maxConcurrentRequests / maxParallel por provedor)
argus.subagents
Modo Master
O Master é um modo nativo do Argus (não um JSON copiado do Kilo). Comportamento:
- Planeja em silêncio, despacha especialistas com
spawn_subagents e consolida a resposta.
- Não executa sozinho o trabalho que um subagente ativo cobre (
architect, implementer/coder, reviewer, researcher). Aliases do Kilo (debugger→implementer, tester→reviewer, docs→researcher) são resolvidos no runtime.
- Nunca despacha
master ou orchestrator como worker. Pode editar paths disjuntos enquanto os workers voam.
- Cada provedor tem teto
maxConcurrentRequests (alias maxParallel). Default 4; importação Kilo de Arli/Flatt usa 2. Enquanto o Master orquestra, 1 slot fica reservado no providerId ativo; workers nesse mesmo provedor usam no máximo teto - 1 (teto=2 → 1 worker paralelo). Subagentes em outro provedor não consomem o teto do Master. 429/TPM/RPM geram backoff, sem abortar a missão.
- Hooks nativos (
beforeMission, afterMission, onError) substituem o papel dos scripts/plugin de pré-despacho do Kilo. Os scripts locais do kilo.jsonc (probe, ADB, imagem) não são copiados; aponte um hook se quiser reutilizá-los no seu ambiente.
O seletor do chat oferece Agent / Ask / Plan / Master. /master ativa o modo sem enviar texto.
Atalhos
Ctrl+Shift+A / Cmd+Shift+A: abrir Argus.
Enter: enviar; Shift+Enter: nova linha.
/use-browser: usar tools de browser nesta solicitação; Open Browser / paleta Open Browser: abrir a Browser Tab.
/plan: modo planejamento; /master: modo Master (orquestração de subagentes).
/vscode-pet: ativar ou ocultar o pet; /vscode-pet-achievements: abrir conquistas e selecionar chapéus.
@: pesquisar arquivos e pastas para anexar ao contexto.
- Pet: arraste ou arremesse; setas fazem saltar;
Shift + setas lança; botão direito abre o menu.
- Menu do editor: adicionar, explicar ou corrigir a seleção.
- Menu do Explorer: adicionar arquivo ao composer.
Princípios do projeto
- Independente: login, tools, browser, skills, MCP e Master funcionam sem Kilo, Codex CLI ou outras extensões. Integrações externas são opcionais.
- Código próprio auditável. Os sprites do pet vêm do projeto open source
microsoft/vscode, sob MIT, com licença e atribuição dentro de media/vendor/vscode-chat-pet.
- Funciona com caminhos e shells nativos de Windows, Linux e macOS.
- O usuário escolhe os modelos, especialistas, ferramentas e nível de autonomia.
- Falhas e execuções ficam visíveis; o agente não deve parecer uma caixa-preta.
O núcleo do Argus é multiplataforma e pode ser instalado no VS Code, Cursor e
hosts compatíveis em Windows, Linux (Ubuntu, Debian, Kali, Arch, Mint, Fedora,
Manjaro e derivados) e macOS. Configurações globais usam XDG_CONFIG_HOME no
Linux/Unix (por padrão ~/.config/argus), enquanto dados do workspace ficam em
.argus, sempre com APIs de caminho do Node/VS Code — nunca com separadores
fixos de Windows.
No Unix, o terminal persistente respeita $SHELL e usa /bin/sh como fallback;
no Windows, usa PowerShell. O navegador procura executáveis no PATH, em
Chrome/Chromium/Edge instalados, Snap e Flatpak. O download opcional do Chrome
for Testing só usa uma build compatível com o sistema e a arquitetura atuais.
Recursos específicos do sistema continuam identificados como tais: o Win+H é
exclusivo do Windows; Linux/macOS usam o painel de microfone do próprio Argus.
ADB procura ANDROID_HOME/ANDROID_SDK_ROOT, ~/Android/Sdk no Linux e
~/Library/Android/sdk no macOS, além do PATH.
Licença MIT.
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